Red Hat Fórum 2015 | São Paulo

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O momento é de mudança e toda mudança requer energia!

O mercado de tecnologia está passando por grandes transformações e a inovação é o componente que fornece energia extra para sua empresa.
A Red Hat acredita na energia que mobiliza e envolve uma grande rede de pessoas, empresas e comunidades trazendo desenvolvimento como forma de energia inovadora.
Junte-se a nós no Red Hat Forum 2015!
Faça parte dessa mudança. Participe do Red Hat Forum e leve ao seu negócio novas alternativas, soluções e tendências de tecnologia que permitirão a sua empresa realizar as mudanças necessárias no cenário atual.
  • CONHEÇA. Tendências de tecnologia e casos de sucesso através de  sessões técnicas e debates.
  • CONECTE-SE. Visualize alternativas para seus desafios. Discuta temas e amplie seu conhecimento através de networking com especialistas da Red Hat e profissionais de TI.
  • EXPERIMENTE. Open Source é o futuro. Um modelo maduro para diminuir a complexidade, otimizar  custos e melhorar o desempenho do seu negócio. Não há segredos, não há surpresas, não há dependências.

O futuro nunca foi tão Open,  esperamos por você!
* Evento gratuito

PORQUE PARTICIPAR

  • Junte-se à comunidade de líderes de TI, desenvolvedores e parceiros para obter a base perfeita para o futuro da TI.
  • Adquira novos conhecimentos sobre Cloud, Mobilidade, Container, Virtualização e muito mais através de palestras com nossos especialistas de tecnologia.
  • Conheça a visão da empresa líder mundial no mercado Open Source.  Saiba como podemos apoiá-lo em sua infraestrutura para  obter ao mesmo tempo maior flexibilidade com redução de custos.
  • Entenda o conceito Open Source aplicado a gestão empresarial e como a Red Hat conseguiu obter sucesso adotando essa estratégia.
  • Para atender às diferentes necessidades e perfis, projetamos uma agenda que inclui sessões de negócios, sessões técnicas, painel de debates, estudo de caso e demonstrações das últimas tendências em tecnologia Open Source.

Dispositivos móveis: a interface com o mundo

Republicação de Boris Kuszka:

Todos vocês já devem ter se deparado com as estatísticas mais recentes de queda de venda de PCs (desktops) com a vinda de telefones inteligentes (smartphones), tablets, híbridos de tablet e smartphone, Ultrabooks, e-readers com acesso à internet, etc. Isso é na verdade o que a indústria está definindo no meio corporativo de BYOD (Bring Your Own Device, ou traga o seu próprio dispositivo), ou seja, você escolhe a forma como quer acessar os seus aplicativos: usar seu banco, comprar ingressos, fazer compras em geral e até mesmo acessar os sistemas da empresa em que trabalha com o seu dispositivo móvel.
O acesso via dispositivos móveis pode ser analisado por meio de duas visões: a corporativa e a privada. Apesar do dispositivo ser o mesmo que você usa para acessar sua empresa e seus dados pessoais, as formas como isso se desenvolveu em cada um dos casos foram bem distintas.

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A visão corporativa

Como chegamos no BYOD? Vale voltarmos alguns anos para revermos como isso evoluiu e como isso impacta em termos de inovação.

Nos anos 60 até 80, na era dos mainframes, o acesso era feito por meio dos terminas síncronos, de tamanho e peso gigantescos, normalmente de fósforo verde, sem gráficos. Todo processamento era centralizado no data center, o que permitia um controle total para quem administra os sistemas, mas com pouquíssima flexibilidade. Se por qualquer razão você precisasse acessar qualquer sistema, tinha que correr para o escritório/fábrica e chegar ao terminal para acessar os aplicativos da empresa.

No final dos anos 80, surgiram os equipamentos baseados em processador RISC e sistema operacional UNIX, e foi aí que começou a era do downsizing, que foi a migração do mainframe para equipamentos baseados em padrões abertos, os chamados “Open Systems”, principalmente por razões de custos e possibilidade de ficar um pouco menos dependente do fabricante; afinal de contas, o UNIX prometia uma plataforma aberta e intercambiável, coisa que nunca aconteceu em sua plenitude. E esforços de migração entre UNIX continuam ocorrendo até hoje. Nessa época, o acesso era feito por terminais assíncronos, o que pelo menos nos dava a opção de acesso via MODEM (acesso pela linha telefônica) e assim, de forma ainda mais interessante, começou uma nova arquitetura computacional chamada de cliente-servidor, na qual o acesso era feito por um PC – uma parte da aplicação rodava nesse PC e outra no servidor.

Isso durou até o final dos anos 90, quando veio a internet, a plataforma Java (rode seu aplicativo de qualquer dispositivo, de qualquer lugar, com segurança” dizia o slogan do Java, coisa que em larga escala efetivamente começamos a ver hoje em dia). O famoso slogan da falecida Sun Microsystems finalmente começou a fazer sentido: “a rede é o computador”. Arquiteturas novas que permitiam acessar os servidores do data center via navegadores (na época tínhamos principalmente o Netscape e o Internet Explorer) e, para os sistemas legados, havia o acesso via VDI (desktop virtual) em que você mostrava a tela do aplicativo via outros dispositivos, como PCs, “thin clients” e, com algumas restrições, celulares.

Boris Kuszka é o Diretor dos Arquitetos de Solução da Red Hat. Possui 22 anos de experiência em tecnologia da informação, sempre atuou na área de Open Systems passando por empresas como IBM, Sun Microsystems, Nokia, Oracle, HP e NetApp. É formado em Engenharia Eletrônica pela Politécnica/USP e especializado em diversos cursos e treinamentos na área de TI.

Matéria completahttp://corporate.canaltech.com.br/coluna/mobile/Dispositivos-moveis-a-interface-com-o-mundo/ 


IT Forum Expo / Black Hat

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Nos dias 26 e 27 de novembro de 2013, o Transamerica Expo Center receberá o IT Forum Expo / Black Hat, uma feira focada para a área de TI e Segurança da Informação da América Latina. Fruto da parceria entre a IT Midia e a UBM Brazil, o IT Forum Expo / Black Hat promoverá, em dois dias de evento, um ambiente para geração de grandes negócios, networking e conteúdo de qualidade.

A feira irá atrair um público estimado de 3.000 visitantes altamente qualificados – CIOs, CMO’s, CFO’s, gerentes de TI e CSOs pertencentes às empresas de grande e médio porte dos setores que mais investem em tecnologia da informação, e que fazem parte do processo decisório na aquisição de produtos e serviços de TI.

A Red Hat esteve lá para receber os visitantes interessados em saber mais informações sobre os produtos e soluções.

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Novas tendências, tecnologias e materiais.

O IT Forum Expo / Black Hat contará com uma área de exposição onde os principais fornecedores de produtos, serviços e tecnologias apresentarão na prática as novas soluções e tendências do setor.

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Parcerias e Oportunidades.

Com um público altamente qualificado de visitantes e expositores focado no fortalecimento do setor, é a melhor oportunidade para se relacionar e realizar negócios com quem decide e influencia os rumos do mercado e conhecer as melhores práticas e processos na TI e Segurança da Informação

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Informação e Conteúdo de qualidade.

Simultaneamente a exposição, o IT Forum Expo / Black Hat apresentará dois programas paralelos de conteúdo: o IT Forum Expo Conference e o Black Hat Regional Summit São Paulo:

– IT Forum Expo Conference – programa de conteúdo completo, com renomados Keynote Speakers, conferências para apresentação de casos práticos, novas soluções e discussão sobre os principais desafios do setor.

– Black Hat Regional Summit São Paulo – a maior feira de segurança da informação do mundo – apresentará, em sua primeira edição no Brasil, programas de conferências, palestras e treinamentos práticos de altíssima qualidade técnica, realizados pelos especialistas mais respeitados do Brasil e do mundo, que também participam do Black Hat dos outros países, promovendo o compartilhamento de ideias práticas, conhecimentos e novas tendências do mundo de segurança digital.


WEBCAST – Integração à prova de futuro

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CIAB 2013

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O Ciab FEBRABAN 2013 que aconteceu nos dias 12, 13 e 14 de junho no Transamérica Expo Center, em São Paulo, é um dos maiores eventos da América Latina dirigido ao setor financeiro e à área de Tecnologia, onde reuniu 140 empresas, em uma área de 4,2 mil metros quadrados. O evento é formado por um Congresso e uma Exposição dedicados às Tecnologias da Informação aplicadas à área financeira.

A Red Hat Brasil esteve presente juntamente de seu parceiro de negócio HP, onde apresentou soluções alinhadas com as grandes tendências do mercado corporativo em 2013, especialmente em soluções de Cloud Computing, Big Data, Segurança, Regras de Negócio e BPM.
A Red Hat focou seus esforços no seu produto PaaS (Platform-as-a-Service) privado de nuvem, o OpenShift  Enterprise, que foi demonstrado pelos Arquitetos de Solução da empresa durante os três dias de evento.

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O OpenShift Enterprise é construído em torno de uma arquitetura de gears e cartridges que roda sobre o RHEL (Red Hat Enterprise Linux) como uma PaaS. Podemos chamar cada recurso de contenção de containers de Gear, que são disponibilizados nos em dois formatos: pequenos e médios. Os cartuchos ou cartridges são as pilhas de software na qual roda os gears. Para manipulação dos códigos das aplicações é utilizado um repositório Git que roda internamente. De forma muito simples, pode-se criar uma aplicação OpenShift, e então clonar o built in-repository, desenvolver o código e a configuração, testar localmente e, então, submeter as alterações para a aplicação na nuvem, onde será executada. Os cartridges estão disponibilizados para Java(EE6), Ruby, Node.js, PHP, Python, e Perl. Além dos cartuchos citados, existem cartridges para bancos de dados para MySQL, MongoDB, PostgreSQL e cartridges para para Jenkins e SwitchYard. A criação de cartuchos customizados também é possível.

A HP trouxe diversas soluções baseadas em tecnologia Intel, em especial nas áreas de cloud computing, Big Data, Segurança e mobilidade como os Ultrabooks e também o lançamento do tablets corporativos design ultrafino, criados para o mercado empresarial, que rodam processador Intel Atom, que consome menos bateria, oferecendo mobilidade plena e todas as funcionalidades necessárias para tarefas do dia a dia.
Além dos produtos de mobilidade, a HP está apostando fortemente nos servidores de baixo consumo, como é o caso do HP Moonshot, onde cada um dos módulos (cartuchos ou computadores) dispõe de seu próprio processador (Atom modelo S2160 2.0 Ghz e 1 MB cache, dual core com Hyper Threading – 4 threads), disco e memória (até 8 GB DDR3). Inicialmente a oferta da HP são módulos com discos rígidos de 500 GB, 1 TB ou 2 TB cada. Segundo a companhia o produto gasta 89% menos energia do que os sistemas tradicionais, ocupa 80% menos espaço do que os seus concorrentes e custa 77% menos. Dessa forma, em um espaço que tradicionalmente caberiam 128 servidores, o Moonshot promete enclausurar quase 2000 sistemas. Atualmente o sistema Moonshot será entregue com sistema operacional Linux das distribuições Ubuntu, RedHat e SUSE.


Livro – Rework


Rework é um livro sobre negócios, mas de longe não é um daqueles livros chatos e enfadonhos cheio de termos técnicos e conceitos complexos sobre business. É um livro baseado nas experiências profissionais de Jason Fried e David Heinemeier Hansson (criador do framework Ruby on Rails), líderes da empresa 37Signals. Um dos principais produtos da empresa é a famosa ferramenta web de gerenciamento de projetos Basecamp. Eles descrevem de maneira inteligente o que funcionou para os negócios deles e porque irá funcionar para o seu.

Eu recomendo para todos que já possuem um negócio ou que está pensando em ter um, pois ele dá diversas dicas de como conduzir o negócio de modo que ele seja bem sucedido, sem as mesmices do mundo corporativo atual.

Ocorreu-me algumas vezes durante a leitura aqueles sentimentos “Isso é óbvio! Eu já sabia! Todo mundo sabe!”. Coisas que fazem sentindo, mas que raramente são concretizadas. Eles nos mostram como coisas pequenas são extremamente poderosas.

Algumas frases do livro:

  • Failure is not a prerequisite for success.
  • What you need to do is stop talking and start working.
  • The most important thing is to begin.
  • Solving your own problem lets you fall in love with what you’re making.
  • Focus on substance, not fashion. Focus on what won’t change.
  • Build half a product, not a half-assed product.
  • What you do is what matters, not what you think or say or plan.
  • Interruption is the enemy of productivity. The worst interruptions of all are meetings. Meetings are toxic.
  • You don’t create a culture. It happens. Culture is the by-product of consistent behavior.
  • Workaholics aren’t heroes. They don’t save the day, they just use it up. The real hero is home because she figured out a faster way to get things done.

Se você está procurando por um meio eficiente de conduzir seu negócio ou está com receio de começar um, este livro é para você. Em um mundo onde todos nós temos que fazer mais com menos, os autores nos mostram como fazer menos e criar mais.